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Encontro do grupo Lucy em Ação discute a importância dos movimentos sociais

Na última sexta-feira (08/11), sob o tema "A importância dos movimentos sociais ativistas pela inclusão e luta da pessoa com deficiência na sociedade", ocorreu o IV encontro do projeto Lucy em Ação no Instituto de Medicina Física e Reabilitação (IMREA) Vila Mariana.

Nesta edição, entre os convidados estavam o rapper Billy Saga, um dos fundadores do Movimento SuperAção e o publicitário Rodrigo Seixas, da agência Z+, idealizadora do projeto "Sem rampa, calçada é muro".

Criado em 2003, o Movimento SuperAção é uma ONG que tem como missão promover a defesa dos direitos humanos e o exercício da cidadania das pessoas com deficiência, por meio de uma estratégia de ação e mobilização social baseada na militância.

Para Billy Saga, não importa quanto tempo e energia são gastos para fazer algo. Se a ação impactar uma única pessoa, o esforço já valeu a pena. "Meu primeiro desafio foi dentro da minha própria casa. E eu decidi seguir em frente. Todos nós temos o potencial para mudar ou melhorar algo", afirmou,

Já o projeto "Sem rampa, calçada é muro", é fruto de uma parceria entre o Movimento SuperAção e a agência Z+, que se uniram a fim de chamar a atenção para a falta de acessibilidade em São Paulo: eles convidaram artistas para grafitarem calçadas onde, na verdade, deveriam existir rampas. Com ótimos resultados, o projeto recebeu diversos prêmios e se espalhou por todo o país.

"Acredito que devemos interferir nas pequenas coisas. Ações que podem não impactar a nossa vida diretamente, mas que podem fazer toda a diferença para outras pessoas", disse Seixas.

Conduzido pelo médico fisiatra do IMREA, Dr. André Sugawara, o Lucy em Ação terminou com um grande debate entre os participantes e os convidados especiais.

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Lucy em Ação

Idealizado pelas equipes de Comunicação e do Serviço Médico, em parceria com a Associação para Educação, Esporte, Empreendedorismo e Direitos dos Pacientes da Divisão de Reabilitação do Hospital das Clínicas (AEDREHC), o projeto tem por objetivo a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, por meio da ocupação de espaços públicos e privados, rompendo barreiras físicas e atitudinais e tornando-os protagonistas de um processo de transformação social.